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19 erros que você não pode cometer ao planejar a cozinha

A SCA Jardim Europa reúne uma lista de desacertos muitos comuns de cometer no momento de planejar o mobiliário da cozinha

Com ilha, mesa de refeições rápida e mobiliário planejado para os prazeres da família, a cozinha SCA Jardim Europa tem projeto do arquiteto Gustavo Motta | Fotos: Luis Gomes

Para a maioria de nós, o processo de planejamento e execução da casa nova (ou da reforma) é a realização de um sonho. Por este motivo, cuidar de cada fase: projeto, construção e escolhas – que envolvem desde os materiais, móveis e objetos decorativos –, devem ser analisados com bastante atenção para que nada dê errado.

Muitas pessoas consideram a cozinha como um dos ambientes mais complexos, já que envolve uma série de questões. Desde o tipo da utilização desejada pelo morador, tamanho, espaço e soluções para móveis, eletrodomésticos e execução das tarefas, esse contexto pode culminar em erros, principalmente para aqueles com pouca experiência no assunto.

A SCA Jardim Europa, boutique paulistana que oferece soluções completas e exclusivas para mobiliar ambientes residenciais e corporativos, reuniu os 19 principais erros que principiantes costumam cometer quando estão planejando a sua casa. Confira a seguir:

 

1) Não ouvir um profissional

“Pode soar como clichê dizer a afirmação, mas o fato é verdadeiro: fica difícil reformar e gerenciar sozinhos os dilemas que sempre aparecem”, afirma Karina Alonso, arquiteta e sócia da SCA Jardim Europa, ao lado de Fábio Alonso. Contar com conhecimento de um profissional experiente, seja ele um arquiteto ou designer de interiores expande os horizontes, pois são capacitados para visualizar problemas e desenvolver soluções que uma pessoa sem essa vivência pode não alcançar. “Além de não ter dores cabeças no futuro, seguir um projeto orientado por um especialista garante o conforto e a satisfação de viver naquela cozinha todos os dias”, explica.

2) Ter pressa

O ditado já diz que a ‘pressa é inimiga da perfeição’. No tocante aos móveis, por exemplo, o projeto executado pela SCA Jardim Europa é personalizado, de acordo com as medidas do projeto e, em função disso, existe um prazo para a produção em fábrica. “A ansiedade, além de ser prejudicial para nossa saúde mental e emocional, pode acarretar na má qualidade daquilo que foi contratado. Por isso, recomendo desconfiar de empresas que prometem entregar um produto ou serviço com um prazo muito curto”, aconselha Karina Alonso.

3) Não considerar o uso dos móveis planejados

Hoje em dia é muito comum pensarmos em móveis planejados, já que cada pequeno espaço pode e deve ser aproveitado – inclusive nas cozinhas estreitas e com pouca área de circulação. Um projeto sob medida promove adequações essenciais, fazendo valer cada centímetro disponível.

4) Não combinar cores e estampas

Nesta cozinha com projeto assinado pela arquiteta Gigi Gorenstein e executada pela MCC Arquitetura, o branco do mobiliário SCA Jardim Europa foi vital para destacar o revestimento geométrico aplicado na parede | Foto: Luis Gomes

As cozinhas clássicas – aquelas clarinhas e monocromáticas –, estão ficando cada vez mais para trás. Na arquitetura de interiores atual, combinar uma cor neutra com estampas (ou tons) contemporâneos é uma excelente ideia. “Não podemos desconsiderar que o próprio conceito em si da cozinha mudou. Em muitos lares, ela é pensada como uma sala de visitas e as pessoas querem se aventurar em receitas diferentes, com eletrodomésticos modernos e inovadores. Assim, a decoração merece destaque”, relaciona a sócia da SCA Jardim Europa.

Dessa forma, quem sonha com uma cozinha autêntica precisa, mais do que nunca, contar com a consultoria de um arquiteto ou designer de interiores. “Há de se ousar, mas com as escolhas corretas. A cozinha deve ser pensada para muitos anos e não podemos enjoar do espaço em pouco tempo”, avalia Karina.

5) Esquecer do piso

Não se pode discutir tantas minúcias e deixar o piso em segundo plano. O mix entre tons claros e materiais de excelência, como o porcelanato, se configura como ótima combinação, pois facilita a limpeza do dia a dia. “Não indico revestimentos lisos, que podem provocar acidentes em função de escorregões. Mais uma vez, a orientação de um profissional de arquitetura é essencial para auxiliar na decisão pelo produto mais adequado para o projeto”, indica Karina.

Mobiliário clássico da SCA Jardim Europa, com acessórios à vista, no projeto da Traço68 Arquitetura+Design | Foto: Luis Gomes

6) Não escolher itens decorativos

Foi-se o tempo que a cozinha era escondida e sem nenhum item decorativo. Os dias atuais são um convite para decorar não apenas as salas de estar, jantar e dormitórios, como também direcionar os olhares também para a cozinha! Quadros decorativos na parede, nichos para vasos e outros elementos da preferência do morador são certeiros para exalar personalidade, emanar memórias afetivas e cativar todos que visitarem o cômodo. “Hortinhas também são muito bem-vindas na decoração e uma delícia para usar nos pratos”, acrescenta Karina.

7) Construir tomadas em qualquer lugar

Como usar os nossos eletrodomésticos preferidos sem as tomadas corretas e no lugar certo? A elaboração do projeto nos possibilita prever, com antecedência, as demandas e as características de cada tomada (vale consultar o manual fornecido com o produto), já que alguns equipamentos têm características 10 e 20 ampères, incluindo o plugue adaptado. Nesse capítulo, a posição correta é um cuidado a ser observado para evitar acidentes. “Uma tomada atrás do micro-ondas é capaz de causar um curto-circuito”, alerta Karina Alonso.

8) Cuidado com a iluminação

Uma cozinha escura e com baixa incidência de luz é extremamente desconfortável. Por isso, além da iluminação natural proveniente das janelas (nem sempre o projeto nos propicia esse recurso), um projeto luminotécnico bem concebido é primordial. Além da luz central, que pode ser de LED amarela, prever luzes indiretas posicionadas em armários laterais agrega um ar mais sofisticado ao ambiente, além de clarear a área.

Cozinha da SCA Jardim Europa, projetada pela arquiteta Pati Cillo, com divisórias estratégicas | Fotos: Luis Gomes

9) Atenção no espaço interno das gavetas

As divisórias fazem a diferença na arrumação de gavetas, potes, panelas, copos e utensílios menores. Organização dita o bem-estar na cozinha!

10) Nunca deixar fogão e forno lado a lado

Um erro comum, e que poucos sabem, está relacionado à posição do fogão e forno. Embora tão complementares, ambos não devem ficar lado a lado no planejamento da cozinha. Com o advento do cooktop, a arquitetura de interiores pode prever o melhor local para a instalação de cada um deles, que devem ser comprados antes da realização do projeto e execução dos mobiliários.11) Não pensar na saída de calor

Hoje em dia, no caso de um forno embutido, por exemplo, a maioria já possui um respiro frontal, mas é válido solicitar ao profissional um rebaixo na base para a grelha de ventilação. Também é importante não direcionar a saída de calor para as tomadas.

12) Não separar os talheres

Uma outra dica de disposição – que pode parecer em excesso, mas não é – diz respeito a manter uma gaveta específica para os talheres. Quanto à localização, a dica é encontrar um meio termo entre a pia e a máquina de lavar louças. Sobre o tamanho das gavetas, tudo vai depender do tamanho da cozinha. “Geralmente, 80 cm é suficiente”, indica Karina.

13) Não pensar em uma bancada ou gabinete

É bastante complicado não ter uma bancada ou um gabinete na cozinha. De uma forma simplificada, o ideal é fazer uma base de alvenaria e instalar um móvel em cima, facilitando assim o uso e a manutenção – lembrando que o sifão deve ficar em uma posição alinhada com o eixo da cuba.

Na cozinha projetada pela arquiteta Patricia Mello, a bancada para refeições rápidas| Foto: Luis Gomes

14) Não pesquisar antes de comprar novos eletrodomésticos

Essa é uma regra universal não só quando falarmos de casa nova. Antes de adquirir o eletrodoméstico que você achou bonito e que combinará com a decoração da cozinha, é extremamente relevante analisar informações como potência e outras instruções do fabricante. “O profissional responsável pela obra consegue elucidar todos esses poréns”, diz Karina.

15) Manter eletroportáteis em ambientes de grande circulação

Itens como liquidificador, espremedor e batedeira podem ficar expostos, mas o ideal é que não estejam em ambientes com incidência de pó, já que todos são de uso diário. Os mais pesados, como batedeira, fritadeira e Air Fryer demandam prateleiras mais robustas para sustentar o peso deles.

16) Ter porta tempero aramado

Na hora de separar os temperos para o dia a dia, o ideal é que o porta tempero seja de alumínio, já que o aramado/cromado pode acabar enferrujando e, por sua vez, prejudicando o conteúdo dos potes que acondicionam as especiarias. Outra sugestão é guardá-los em armários, gavetas ou até mesmo deles uma decoração na parede.

Nesta cozinha clássica realizada com o mobiliário da SCA Jardim Europa, as gavetas foram perfeitas para guardar os temperos | Foto: Rafael Renzo

17) Não ter uma coifa

Principalmente em ambiente pequenos, considerar a instalação de uma coifa é fundamental para, mais adiante, não se incomodar com os odores da cozinha e a gordura que ficará presente no mobiliário da cozinha e nos outros cômodos, no caso de ambientes integrados.

18) Ignoras as prateleiras

 Elas são muito úteis para armazenamento de utensílios. Mesmo dentro de dispensas, o recurso permite a organização para otimizar espaço e enxergar, com rapidez, aquilo que se busca.

 19)Não investir em armários superiores

Mesmo com a presença de móveis inferiores, não se deve deixar de lado a possibilidade de agregá-los também na parte superior, com altura até o forro. Essa estruturação propicia uma cozinha inteligente: a área de acesso mais restrito é indicada para receber os itens menos usados na rotina diária. “Com estratégias, ganhamos mais espaço na organização”, finaliza Karina.

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