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Quarto de casal: dicas para escolher cabeceira, mesa lateral e cama

Neste projeto da FHS Arquitetura, a mesa lateral e a cabeceira com tons de cinza foram executadas pela SCA Jardim Europa. Enxoval branco e quadro colorido completam o mood tranquilo | Foto Luis Gomes

Um dos ambientes mais reservados da casa, o quarto de casal é onde priorizamos a intimidade e o relaxamento, portanto tudo o que leva ao bem-estar e conforto não pode ficar de fora. Para que este espaço seja ainda prático e bonito, a arquiteta Karina Alonso, sócia da SCA Jardim Europa, reuniu dicas sobre itens imprescindíveis, como cabeceira, mesa lateral e cama, trio que não pode ter erro. Sobre a paleta cromática do ambiente, os tons neutros acabam sendo os preferidos, mas nada impende de abusar nos mais evidentes. “Muitas vezes as nuances escolhidas para o ambiente são branco, cinza, preto, bege, deixando as cores fortes para detalhes como objetos de decoração ou roupa de cama, que podem ser trocados sempre que necessário”, explica Karina.

Outro cuidado importante é a iluminação. Para isso, vale ter diversos pontos de luz no ambiente, conforme a necessidade dos moradores. “Em cada momento do dia o quarto precisa de uma iluminação diferente. Por isso, é importante mesclar a luz natural do dia, a iluminação central e uma opção de luz baixa para os momentos de descanso e sono”, acredita a profissional.

Proposta pelo Traço68 Arquitetura+Design e executada pela SCA Jardim Europa, esta cabeceira revela uma repetição de brises de madeira de 25 mm, no padrão canela, para criar um efeito curvo e ampliar a sensação de bem-estar. Na parte inferior, um apoio de mármore serve de fixação para as mesas laterais com tampos de laca malto brilho | Foto: Mariana Orsi

Cabeceira

Embora a cama seja o centro do quarto, a cabeceira é responsável pela grande sensação de acolhimento e tem tudo para se tornar protagonista da decoração. Há quem prefira apostar em tons semelhantes aos da parede, deixando a peça mais disfarçada, ou quem goste de evidenciá-la com tons, texturas e materiais atraentes. Com a função de oferecer conforto e dar acabamento para a parede, ela também tem o papel de prolongar visualmente o espaço e determinar o estilo do décor. Projetada sob medida, a cabeceira ainda permite embutir as mesas laterais, pode estar contígua ao armário, criando uma marcenaria leve e fluída, e servir como apoio perfeito para quadros, fotografias e objetos. É possível combinar diversos materiais, cores e desenhos para conseguir um efeito surpreendente.

Os modelos podem ser variados, entre o clássico, capitonê, planejado, do piso ao teto, entre tantos outros. Para a escolha do ideal, convém entender o estilo e a proposta do espaço. De acordo com a arquiteta Karina Alonso, sócia da SCA Jardim Europa, uma peça realizada sob medida pode servir de apoio para gavetas e prateleiras flutuantes, até mesmo substituir a mesa de cabeira. “Prático, um painel customizado auxilia no maior aproveitamento de espaço”, explica a especialista. Já o modelo capitonê, um clássico, é sinônimo de sofisticação e elegância. “No entanto, os modelos estofados são mais volumosos e não são as melhores opções para áreas reduzidas. Mas se o casal deseja trazer um ar moderno em um ambiente clássico, a escolha pode ser bem interessante”, orienta Karina.

Com paleta neutra, o quarto criado pela designer de interiores Rose Diani tem mesas laterais soltas do piso, otimizando espaço graças a fixação oculta na cabeceira| Foto: Luis Gomes

Mesa de cabeceira

Essencial na decoração do quarto, já que funciona como apoio de luminária, celular, livro, entre outros itens, a mesa lateral (antes chamada de criado-mudo) também não pode ficar de fora. Além da estética, não deixando o ambiente vazio, ela é pensada para guardar itens e trazer muita praticidade aos moradores, principalmente durante a noite.

Como a indústria moveleira disponibiliza muitas opções de peças que atendem com exatidão no que diz respeito aos estilos, materiais, medidas e cores, os moradores podem escolher o que mais se caracteriza com o casal. Na SCA Jardim Europa, por exemplo, é possível fazer soluções customizadas. “A decisão pelo item sob encomenda se enquadra em projetos executados sob medida. Quando o móvel desejado possui um formato muito específico ou tamanho fora do padrão também pode ser solicitado”, conta Karina Alonso. Alguns cuidados são importantes para definir o tamanho da mesa de cabeceira, começando pela lista do que você pretende ter ao lado da cama. Medir as áreas disponíveis vai determinar se o projeto comporta um móvel apenas, em uma das laterais, ou uma dupla envolvendo a cama. Em quartos pequenos, a mesinha fixada na cabeceira libera espaço e economiza centímetros, assim como usar um pendente ou arandela fixados em teto ou parede (em vez do abajur). Dica: para ser funcional, a mesa de cabeceira deve ter pelo menos 45 cm de largura e 35 cm de profundidade. Também vale pensar na circulação do quarto, portanto, convém deixar uma área mínima de passagem de 60 cm de largura.

Karina Alonso recomenda ainda que a altura da mesa de cabeceira deve estar alinhada com o colchão ou até 10 cm mais baixa, o que resulta em cerca de 55 cm. Nunca esse móvel pode ser mais alto que a cama porque haverá o risco da pessoa bater o braço. Ah, nunca se esquecer de deixar uma tomada ao lado da mesinha a fim de ligar luminárias, celulares e etc.

Nesta ideia da designer de interiores Daiane Antinolfi, há mesas de cabeceiras idênticas (SCA Jardim Europa) posicionadas na altura da cama, trazendo sofisticação ao quarto | Fotos: Henry Lopes

Camas

Em um dormitório de casal, dois aspectos são predominantes na seleção da cama, o prático, que considera ergonomia, altura final, comprimento x largura, materiais, durabilidade, e o estético, relacionado ao design e a proposta do ambiente. A escolha vai muito além de simplesmente escolher a densidade do colchão, que também é fundamental. Após definir o estilo do quarto e como será a cama, chegou o momento de avaliar as dimensões, que sempre resultam da altura dos moradores e do espaço disponível no ambiente. Uma dica bacana para dormitórios compactos é evitar camas com a chamada quina viva, que podem causar acidentes em circulações mais restritas. Encostar a cama em uma das paredes também ajuda a otimizar espaço, assim como ter um baú sob o colchão, com lugar para guardar edredons, travesseiros e etc. Há quem prefira móveis mais baixos, semelhante aos usados pelos japoneses, ou mais altas. Tudo depende muito do gosto do casal e do que se quer trazer para o projeto de interiores.

A arquiteta Patricia Cardoso de Mello usou led para valorizar a cabeceira estofada e o painel que veste a parede deste quarto de casal com mesa lateral espelhada (tudo com execução da SCA Jardim Europa) | Foto: Luis Gomes

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